CAMPO SEMÂNTICO

A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W Z

Contador de Visitas

Na Internet desde 2005.
mod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_counter
mod_vvisit_counterToday4254
mod_vvisit_counterYesterday5185
mod_vvisit_counterThis week4254
mod_vvisit_counterLast week62606
mod_vvisit_counterThis month205058
mod_vvisit_counterLast month261827
mod_vvisit_counterAll days12283282

We have: 70 guests, 16 bots online
Your IP: 67.202.4.225
 , 
Today: Abr 20, 2014
Nº de colaboradores: 178

Estatísticas

Há 1609 verbetes publicados

CAMPO SEMÂNTICO

Conjunto de palavras unidas pelo sentido. Por exemplo, o campo semântico de mãe inclui: mãe-de-família, mãe-de-santo, mãe solteira, terra-mãe, mãe-de-água,… Deve-se evitar a confusão entre campo semântico e campo associativo ou conceptual, porque este não dá conta das relações linguísticas entre os termos considerados. O campo semântico é, pois, toda a área de significação de uma palavra ou de um grupo de palavras. Se quisermos descrever o campo semântico da palavra luva, por exemplo, incluiremos nele todas as possibilidades semânticas como: luvaria, luveiro, assentar como uma luva, atirar a luva, de luva branca, deitar a luva, macio como uma luva. Foi Jost Trier quem desenvolveu a teoria dos campos semânticos. Não é possível demonstrar que todo o vocabulário esteja coberto por campos semânticos. A teoria dos campos semânticos tem-se concentrado apenas em alguns grupos bem definidos como as cores, as relações de parentesco, as experiências religiosas, etc. Segundo Stephen Ullman, “a teoria dos campos fornece um método valioso para abordar um problema difícil mas de crucial importância: a influência da linguagem no pensamento. Um campo semântico não reflecte apenas as ideias, os valores e as perspectivas da sociedade contemporânea; cristaliza-as e perpetua-as também; transmite às gerações vindouras uma análise já elaborada da experiência através da qual será visto o mundo, até que a análise se torne tão palpavelmente inadequada e antiquada que todo o campo tenha que ser refeito.” (Semântica, 4ªed., Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1977, p.523).

Bibliografia

A. P. Ushenko: The Field Theory of Meaning; J. Lyons: Semantics (1977); J. Trier: Der deutsche Wertschatz im Sinnbezirk des Verstandes (1931); L. Weisgerber: Vom Weltbild der deutschen Sprache, 2 vols. (1953-54); Suzanne Öhman: Wortinhalt und Weltbild (1951).